quarta-feira, 11 de novembro de 2009

S. Martinho


Gosto do S. Martinho, gosto de castanhas e água pé.

Mas gosto mesmo das novas rotinas que vamos criando, eu e os três piratas.

E hoje foi mais um jantar óptimo, os quatro á conversa sem presa com muita gargalhada e boa disposição.

Sentamos-nos os quatro, jantamos e depois comemos as castanhas e deixamos-nos ficar à mesa porque a conversa estava boa.

Contaram-me as peripécias do dia, os amigos, os problemas da escola. Que as castanhas da escola estavam melhores que as do ATL.

Pequenas coisas que enchem o mundinho deles.

E eu deixei-me ficar deliciada a ouvir e a desfrutar destes pequenos momentos que valem tudo, lavam-me a alma, retiram-me o cansaço, e colocam-me aquele sorisinho parvo na cara de mãe babada.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Talvez seja...

Bem continuamos no é, não é, é outra vez. Bem hoje lá fui ao consultório do médico disse que o pequeno tinha feito febre na quinta, na sexta e que tinha passado o sábado e o domingo de perfeita saúde.
Deram-me um atestado a dizer que assim sendo a criança podia voltar à escola, lá o levei. Qual não é o meu espanto quando á hora do almoço me telefonam da escola a dizer que o A. estava com febre outra vez. Nem queria acreditar.
Agarrei no telefone e toca de telefonar ao médico, que me diz "pois mãe, por vezes acontece, há um tipo de virose que faz isso mesmo, dois dias de febre, dois dias bem e depois mais dois, três dias com febre. Portanto temos que aguardar e se ele não piorar ou não apresentar outros sintomas aguardamos até quarta-feira".
Sempre achei esta história de ter que esperar três dias a ver se a febre persiste ou vai embora muito esquisita, mas a realidade é que muitas vezes se confirma, e ao fim de 3 dias de febre, miraculosamente eles ficam óptimos como se nada os tivesse colocado três dias com picos de febre e a ben-u-ron de 4 em 4 horas.
No fim o diagnóstico do costume - virose!
Sim virose, mas qual? De que tipo? O que provoca? Não sei. Será que os médicos sabem? Não sei.
Mas que esta explicação é generalizada e aceite é verdade. E isto deixa-me sempre com a sensação que na realidade não se sabe o que se passa e que temos que deixar o vírus atacar, e das duas uma ou o corpo combate e eles melhoram, e ficamos sem saber anyway. Ou o corpo não consegue e a virose lá evolui para uma doença convencional do tipo otite ou amigdalite ou outra ite qualquer, conhecida e tratável convencionalmente.
Portanto por enquanto estamos na fase do deixa atacar a ver se a criança tem anticorpos suficientes para combater isto sozinha. Vamos ver, até lá aguardamos, damos quilos de mimos, e ben-u-ron. Inventamos brincadeiras para as horas de profundo aborrecimento por estar sozinho em casa, e colo muito colo, beijinhos e paciência.

sábado, 7 de novembro de 2009

E não é...

Gripe A, afinal é a virose do costume. Fez febre quinta, sexta, e hoje o último pico de febre que fez foi ás 3 da madrugada.
Agora tenho que passar a segunda feira no médico porque não posso voltar á escola sem o belo do papel a dizer que a criança pode frequentar a escola.
Mas tudo bem, ainda bem que já está bom, e hoje passou o dia aos pulos.