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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Pessoas,

que andam de transportes públicos. Eu sei que está calor, e que uma pessoa sua, mas um banho todos os dias pela manhã, acreditem que faz milagres aos vossos odores corporais.
E banho implica uso de água e sabonete, é que só água não resulta, ok?
E se não for pedir muito, assim na loucura, um desodorante também ia bem, mas se for acompanhado de banho antes.
Agradecida!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Estou cansada!
O meu dia só acabou agora, neste momento é que tenho tempo para ler os blogs que sigo, e fico com a sensação que já tudo foi visto e dito e comentado.
E o corpinho já só pede cama, mas o problema é que se instalou um circo (coisa que eu não gosto nada) aqui em frente, e fazem um barulho estúpido ás horas do espetáculo. Principalmente agora que os miúdos estão deitados e reina o silêncio cá em casa. Irrita-me.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

WTF

A minha sogra queria vir ter comigo para me entregar umas alheiras. Então a maneira mais fácil de saber onde ando é telefonar a filho querido a perguntar-lhe se eu vou estar em casa.
Já ontem queria convidar-me para almoçar, e então telefonou a filho querido, ou será melhor referir-me a filho querido, meu marido, como o portador-de-gps-locazidador-de-esposa-querida-em-qualquer-momento-e-lugar, para saber se eu queria ir almoçar com ela.
Não é normal pois não?
Não, eu pelo menos não acho!
Eu por vezes rosno, mas não mordo caramba. E além do mais sou assim a modos que uma pessoa independente e estas coisas mexem-me com o sistema nervoso.
Eu até sou um doce, para quem sabe levar-me à certa (que não é o caso como se pode ver).

segunda-feira, 26 de julho de 2010

E para perceberem que quando acuso pessoas aqui de serem víboras, refiro-me mesmo ás chefias.

Para terem uma ideia, enviaram-me hoje (haja amigos), o link da publicação de um anuncio pedindo uma pessoas, imaginem..., para o meu lugar.

É bonito, é de boa formação, de bom tom, etc, etc...

É que nem vale a pena perder o meu tempinho a pensar muito no assunto.

Que dispensam a minha colaboração na boa, já eu sei á muito tempo. Que sou bastante incomoda para a nova chefe, também já sei á muito tempo.

Mas a única coisa que tem a fazer é falar comigo e chegarmos ao precioso acordo, que não querem pois porque é caro.

Mas temos pena, agora que entramos nesta. Compramos a guerra.

Eu não queria, juro que não queria, basta falar comigo e chegarmos ao acordo, que vou-me embora já!

Agora era bonito, bonito responder ao dito anuncio. Que me dizem, hum?

terça-feira, 15 de junho de 2010

Neste momento


Portugal está parado.
E porquê?
Porque está a jogar Portugal.
E eu o que acho disto?
Acho parvo, pois está claro.
Estamos em crise o pais precisa é de produção e não 23 criaturas a gastar o orçamento a viver à grande na África do Sul.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Estou morta


de cansaço!
Definitivamente não nasci para fada do lar, odeio tarefas domésticas, odeio. E a que mais odeio é passar a ferro. E foi exactamente o que estive a fazer desde as nove e meia da noite.
Irra que nervos, que irritação.
Estou suada, dói-me as costas, doem-me as pernas, continua a doer a cabeça, e depois de um dia de trabalho, só mesmo esta actividade como cereja no topo do bolo. Irra!
Ainda falta arrumar a roupa.
Vou arrumar e vou dormir a ver se me passa a dor de cabeça.

sexta-feira, 23 de abril de 2010


Podia ter alguma coisinha interessante para dizer. Mas não.

Só tenho a dizer que vou dar boleia a um colega (porque sou uma querida), e que esse colega cheira mal!

Não se aguenta.

E acabei de ter um flash, que hoje deve cheirar pior que habitualmente porque estivemos em arrumações e mudanças aqui no office.

Mas porque é que as pessoas não tomam banhinho, hum?

Ultrapassa-me.

terça-feira, 9 de março de 2010

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Hoje passei a manhã naquele lugar maravilhoso que é a segurança social.

Sempre tão agradável de visitar.

Isto porque ontem recebi uma bela carta a dizer que lhes devo dinheiro. Ora bolas lá rumei à bela instituição onde cheguei ás 8.30 e deparei-me com uma fila que dava a volta ao quarteirão. Fiquei logo muito bem dispostinha, porque para além da fila (nem quero imaginar desde que horas estariam aquelas pessoas ali) estava um frio do caraças, estou geladinha até agora.

Ás nove abriram e distribuíram senhas, a mim calhou-me o número 73, deu-me logo vontade de rir à gargalhada.

Ainda bem que levei um livro comigo, livro do qual consegui ler 3/4 tal não foi o tempo de espera.

Bem chegada a minha vez, lá me dirijo ao balcão e pergunto porque daquele valor, a senhora começa a investigar, chama uma colega, e eu a pensar mau...

Mas afinal, trata-se de um erro da minha entidade patronal, que resolveu, não sei porque carga de água enviar um mapa onde dizia que eu tinha trabalhado um dia em Dezembro, deu-me novamente vontade de rir à gargalhada e logo a seguir de chamar todos os nomes feios que conheço à minha entidade patronal. Pois em Dezembro nem me conseguia mexer e estava de baixa.

Resultado, a entidade patronal tem que corrigir o mapa e eu tenho que voltar a passar uma bela manhã na segurança social para resolver o caso de vez.

Santa paciência, isto foi o suficiente para me deixar de bom humor o resto do dia, e ainda não me passou.

É que a situação aqui já é mázinha o suficiente, escusavam de ocorrer erros destes para me deixar mais enfurecida com tudo o que se vai passando por aqui.

Mas devo dizer, a bem da justiça que as senhoras que me atenderam foram uma simpatia, só é pena existir um serviço directo e 90% das coisas não podem ser tratadas atravez deste sistema, isso é que me faz comichões, simplex mas nem tanto, ok?.

E pronto era só isto!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010




Ainda correndo o risco de ferir algumas susceptibilidades eu não acho piada ao dia dos namorados.



E Carnaval odeio!



O primeiro não acho piada porque é um dia comercial importado pelos comerciantes para fazerem mais umas coroas.

O amor quando existe é para ser celebrado todos os dias, nas pequenas coisas, nos pequenos gestos, no olhar, na cumplicidade, naquele ramo de flores que é dado a propósito de nada e de coisa nenhuma, só porque sim. Porque se gosta. Porque importa. E não porque existe um dia para se lembrar disso.

E Carnaval, acho a maior piroseira à face da terra, principalmente em tentarmos copiar costumes de Carnaval que nada tem a ver com o nosso povo e com o nosso clima, chega até a ser deprimente.

E ontem ao reparar em algumas montras, não pude deixar de me rir sozinha (e fazer figuras tristes, por me rir sozinha) das montras a tentar conciliar as duas coisas. O Máximo, mesmo!
Tenho dito!